Hannibal - A Origem do Mal (Hannibal Rising)
Por VcViu | 11 de Agosto de 2008
Sinopse: Leste da Europa. Hannibal Lecter assiste de perto a morte violenta de seus pais e de sua irmã. Sem apoio, ele é obrigado a morar em um orfanato soviético, onde sua família morava anteriormente. Logo Lecter parte para Paris na tentativa de encontrar seu tio, mas é recebido pela sra. Murasaki Shikibu, uma viúva bela e misteriosa que lhe dá carinho e amor. Na cidade Lecter decide estudar Medicina, como forma de aumentar suas habilidades para cumprir a promessa que fez quando sua irmã Mischa morreu.
Título Original: Hannibal Rising
Gênero: Drama/Thriller
País: EUA
Tempo de Duração: 117 minutos
Lançamento no USA: 09/02/2007
Lançamento no Brasil: 20/04/2007
Direção: Peter Webber
Roteiro: Thomas Harris, baseado em livro de Thomas Harris
Elenco: Gaspard Ulliel (Hannibal Lecter), Gong Li (Murasaki Shikibu), Jos Houben (Serge), Nancy Bishop (Marielle), Charles Maquignon (Paul Momund), Dominic West (Inspetor Popil), Helena Lia Tachovska (Mischa), Michele Wade (Nanny), Martin Hub (Lothar), Joerg Stadler (Berndt) e Rhys Ifans (Grutas).
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Eu esperava um pouco mais do filme, não que ele seja ruim ou fraco, mas achava que daria uma maior explicação aos atos que já vimos o Hannibal cometer nos outros filmes.
Claro, explica como ele passou a ser uma pessoa sem sentimentos, uma pessoa sem alma. Aliás, sobre isso é dado uma grande ênfase, pois o inspetor Popil (Dominic West) repete diversas vezes que ali existe um monstro. Mas achei que esta explicação é apenas para os atos deste filme, faltando um algo que explique o que fez ele se tornar o canibal que vimos anteriormente, pois aqui era apenas vingança, mas e depois? O que fez ele se tornar aquilo? Pois o filme dá a entender que ele precisa se vingar dos assassinos da sua irmã, se livrar do juramento que fez, mas daí parece que faltou uma ligação com o resto do que já conhecemos.
E sem dizer que Antony Hopkins é, e sempre será, o verdadeiro Hannibal. Gaspard Ulliel, desconhecido para mim, está excelente no filme e é óbvio, que Antony Hopkins não poderia ter feito ele jovem, porém é complicado você conseguir separar as coisas. Talvez pudessem ter usado ele no filme, principalmente para tentar fazer esta ligação que eu acho que faltou, daí talvez a ficha caísse e gente conseguisse realmente ver o Hannibal.
Uma boa idéia seria o filme ter sido narrado por ele e no final aparece ele contando isso num futuro, e concluísse explicando o porquê do canibalismo enquanto ele saboreava uma bochecha.
Até,
André
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Um baita de um filme. Tenso. Envolvente. Show.
Claro, concordo com o André, Hannibal = Antony Hopkins, mas o tal Gaspard Ulliel não fica longe. O cara tem um jeitão de louco o filme todo. Sem sorrir, sem piscar, quieto, observador e assassino.
Diferente do André, achei que o filme mostra de uma forma breve o começo de tudo, mesmo usando a vingança como um motivo para o canibalismo, mostra que o cara já pegou o gosto pela coisa e se tornou macabro logo ali, na adolescência.
Um belo filme de ação, suspense e que te deixa torcendo pelo vilão, apesar de que eu acabo sempre torcendo pelo Hannibal.
Abraços,
Alexandre Q.
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O Vigia (The Lookout)
Por VcViu | 11 de Agosto de 2008
Sinopse: Chris Patt tinha a vida perfeita antes de se envolver em um acidente de carro que lhe causou graves danos cerebrais. O ex-atleta é obrigado a largar sua carreira promissora de jogador de hóquei para exercer a função de zelador em um banco de sua cidade. Um grupo de assaltantes se aproveita da deficiência mental do funcionário e faz com que, em sua inocência, seja cúmplice do crime.
Título Original: The Lookout
Gênero: Drama/Crime
País: EUA
Tempo de Duração: 145 minutos
Lançamento no USA: 30/03/2007
Lançamento no Brasil: 27/07/2007
Direção: Scott Frank
Roteiro: Scott Frank
Elenco: Joseph Gordon-Levitt (Chris Pratt), Jeff Daniels (Lewis), Matthew Goode (Gary Spargo), Isla Fisher (Luvlee), Carla Gugino (Janet), Bruce McGill (Robert Pratt), Alberta Watson (Barbara Pratt) e Alex Borstein (Mrs. Lange).
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Eu odeio filmes lentos, mas este, apesar de lento no começo, possui uma boa trama de roubo de banco que segura o filme.
E foi por isso que gostei, pois o diretor não caiu na história sentimental de que deficientes podem tudo, basta quererem, já que no fundo é isso que ele queria mostrar.
Com um roteiro como este, era fácil cair naquele filme sentimentalista, chato e choroso, que muitos aplaudiriam pela coragem e ganharia Oscar e tal, mas seria um filme chato e cansativo, mas para minha surpresa o filme acaba sendo um Drama/Ação, se é que é possível unir os dois temas, de boa qualidade.
Foi uma ótima surpresa, pois não esperava muito, principalmente por causa do começo.
Abraços,
Alexandre Q.
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O Alexandre praticamente já disse tudo. O filme poderia cair em um sentimentalismo barato e fácil sobre os problemas que os deficientes encontram. Sejam eles causados por eles mesmo, na falta de confiança, na culpa por ter cometido um erro e causado aquilo, ou por causa da proteção exagerada de todos.
Chris Pratt (Joseph Gordon-Levitt) era um cara confiante e maduro, porém perdeu tudo por causa de um acidente e passou a viver uma vida sem graça, sem coragem, se apoiando na família e no amigo Lewis (Jeff Daniels em excelente atuação) e com remorso do passado. Uma pessoa que parou de viver, vivendo a mesma rotina chata e previsível.
Mesmo sendo usado pelo bando de assaltantes, Chris retomou aquela confiança e mostrou que poderia, se quisesse, ter um pouco daquilo que um dia ele já foi.
O filme agrada em sua maior parte, já que usa o assalto como um pano de fundo para contar a história de força e coragem de Chris, superando seus medos e sua falta de confiança na vida e nele.
Um filme de ação, com pitadas de drama e com muita moral no final.
Até,
André
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A Espiã (Zwartboek )
Por VcViu | 7 de Agosto de 2008
Sinopse: 2ª Guerra Mundial. Rachel Stein é uma linda cantora judia, que está escondida. Quando o local em que está é destruído por um bombardeio ela e um grupo de judeus decidem atravessar Biesbosch para chegar ao sul da Holanda, que já está livre da ocupação nazista. Entretanto o barco deles é interceptado por uma patrulha alemã, que mata todos a bordo com exceção de Rachel. A partir de então ela se une à resistência, adotando o nome de Ellis de Vries. Notando o interesse de um oficial alemão, ela se aproxima dele e consegue um trabalho. Enquanto isso a resistência elabora um plano para libertar um grupo de prisioneiros, onde a participação de Ellis será fundamental.
Título Original: Zwartboek
Gênero: Drama/Guerra
País: Holanda/Alemanha/Bélgica
Tempo de Duração: 145 minutos
Lançamento na Holanda: 12/09/2006
Lançamento na Alemanha: 10/05/2007
Direção: Paul Verhoeven
Roteiro: Gerard Soeteman e Paul Verhoeven
Elenco: Carice van Houten (Rachel Stein / Ellis de Vries), Sebastian Koch (Ludwig Müntze), Thom Hoffman (Hans Akkermans), Halina Reijn (Ronnie), Waldemar Kobus (Günther Franken), Derek de Lint (Gerben Kuipers), Christian Berkel (General Käutner), Peter Blok (Van Gein) e Michiel Huisman (Rob).
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Adoro filmes sobre a Segunda Guerra, apesar do holocausto estar muito manjado, tento ver o máximo que posso sobre o tema, porém neste filme parece que falta alguma coisa, a guerra.
OK! É um filme baseado em histórias verdadeiras, porém parece um filme de guerrilha e nada mais, passei boa parte do filme esperando Guerra, cenas vibrantes e algo fantástico, porém o filme se resume a espionagem e traição durante a guerra.
Esperava bem mais, mas vale a curiosidade de um filme holandês sobre a ocupação daquele país.
Abraços,
Alexandre Q.
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O diretor Paul Verhoeven, depois de alguns erros, consegue fazer um filme diferente e intimista sobre a resistência holandesa. E eu gostei muito do filme, principalmente da atuação verdadeira e forte da atriz Carice van Houten, a espiã do título.
O filme, como disse o Alexandre, não fica preso na guerra,com cenas marcantes de duelos e combates, mas sim no ambiente interno dos Nazistas e das resistências, e que mostra claramente como algumas pessoas ficavam ricas vendendo informações e roubando. Um filme que mostra de tudo: as traições dentro dos nazistas e das resistências, a hipocrisia do povo pós-guerra e a luta pela sobrevivência de todos. Em um momento do filme, perguntam para Rachel Stein (Carice van Houten) se ela é capaz de tudo para sobreviver… Mostrando claramente que mesmo com os ideais corrompidos as pessoas queriam sobreviver e lutar pela liberdade.
Um bom filme, mais uma ótima visão da Guerra que enche as telas do cinema e os livros, mas que sempre tem um algo a mais para contar.
Até,
André
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A Vida Secreta das Palavras (La Vida Secreta de las Palabras)
Por VcViu | 7 de Agosto de 2008
Sinopse: Hanna é introvertida, solitária, misteriosa e trabalha numa indústria têxtil. Ela vai passar as férias num pequeno povoado costeiro, porém aceita trabalhar em uma plataforma petrolífera, para cuidar de Josef, que sofreu uma série de queimaduras que o deixaram cego temporariamente. Com ele trabalham vários outros homens, cada um com uma personalidade marcante.
Título Original: La Vida Secreta de las Palabras
Gênero: Drama
País: Espanha
Tempo de Duração: 115 minutos
Lançamento na Espanha: 21/10/2005
Lançamento no Brasil: 15/06/2007
Direção: Isabel Coixet
Roteiro: Isabel Coixet
Elenco: Sarah Polley (Hanna), Tim Robbins (Josef), Javier Cámara (Simon), Eddie Marsan (Victor), Steven Mackintosh (Dr. Sullitzer) e Julie Christie (Inge)
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Filme tedioso, monótono, cheio de diálogos sem muita profundidade, aliás, demora um monte para você finalmente entender as coisas do filme, daí, mas só daí em diante é que você até pode gostar do filme, claro, se você não dormiu antes.
Sem dizer que o final fica previsível, e tem uma voz irritante que fala da atriz principal que você nunca descobre quem é ou o que é.
Sinceramente, mesmo com uma melhora no fim, o filme é o tédio completo e com uma pitada de cansativo.
Abraços,
Alexandre Q.
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Um excelente filme sobre o ser humano. Um filme sensível e tocante, que mostra como a amizade, a sinceridade, a cumplicidade e confiança podem ser construídas através das palavras, e que podem nos ajudar a superar nossos maiores pesadelos e medos.
O filme mostra duas pessoas, sozinhas, abandonadas e com pesadelos, arrependimentos ou medos em suas cabeças, e mesmo sem nos mostrar qualquer pista sobre estes pesadelos, principalmente no caso da Hanna (Polley), a diretora consegue montar um filme coeso, forte e sem cair no sentimentalismo barato.
As grandes atuações da Sarah Polley e do Tim Robbins, principalmente na cena quase final do filme, seguram o filme com força.
Lento, é verdade, e um pouco arrastado em alguns momentos, mas um excelente filme sobre alma e sobre a vida.
Até,
André
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Rambo IV (John Rambo)
Por VcViu | 7 de Agosto de 2008
Sinopse: Uma guerra civil acontece há quase 60 anos na fronteira com a Birmânia, envolvendo os birmaneses e a tribo Karen. John Rambo vive no norte da Tailândia, onde pilota um barco no rio Salween. Cansado de lutar, Rambo leva uma vida simples e solitária, apenas acompanhando o fluxo de rebeldes e refugiados. Até que surgem dois missionários que desejam levar alimentos e remédios às pessoas afetadas pela guerra. Rambo aceita a proposta de levá-los pelo rio. Alguns dias depois o pastor Artur Marsh o procura, dizendo que os missionários foram capturados e que havia recolhido dinheiro para contratar mercenários para resgatá-los. O pastor agora quer que Rambo leve os mercenários até o local onde ele deixou os missionários, mas ele decide também participar da operação de resgate.
Título Original: John Rambo
Gênero: Ação/Aventura
País: EUA
Tempo de Duração: 91 minutos
Lançamento no EUA: 25/01/2008
Lançamento no Brasil: 19/02/2008
Direção: Sylvester Stallone
Roteiro: Art Monterastelli e Sylvester Stallone, baseado em personagem criado por David Morrell
Elenco: Sylvester Stallone (John Rambo), Julie Benz (Sarah Miller), Graham McTavish (Lewis), Reynaldo Gallegos (Diaz), Jake La Botz (Reese), Tim Kang (En-Joo), Maung Maung Khin (Tint), Paul Schulze (Michael Burnett), Cameron Pearson (Jeff), Ken Howard (Pastor Arthur Marsh) e Matthew Marsden.
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Não vou me alongar muito, pois falar de Rambo IV é voltar ao passado espetacular que tivemos, com filmes com heróis de verdade, de sangue e osso. E este fim, nada melancólico deixa claro que ainda existe espaço para heróis como Rambo.
Para quem gosta da série, para quem gosta de sangue, tiros e muita ação um prato cheio. Um filme que termina a saga de Rambo e talvez a carreira de Stallone com chave de ouro.
Rambo IV, simplesmente é Rambo na veia.
Abraços,
Alexandre Q.
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Rambo IV cumpre seu papel, termina, com um filme violentíssimo, a saga de um dos personagens mais violentos e bacanas do cinema. A grande maioria dos homens que viram Rambo IV, com certeza, um dia colocaram uma faixa vermelha na cabeça na saudosa infância.
Como desde o primeiro filme da saga, você não pode ver e levar Rambo a sério, o filme realmente diverte, por conter tudo que teve de melhor nos filmes passados. Pena que muito dos adolescentes de hoje não viram ou não conhecem Rambo e não sabem como foi divertido ver aquela flechada quando realmente Rambo da seu ar da graça.
Para aqueles que não querem levar o filme a sério e que um dia gostaram de John Rambo.
Até,
André
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Quebrando a Banca (21)
Por VcViu | 7 de Agosto de 2008
Sinopse: Ben Campbell é um jovem tímido e superdotado do MIT que, precisando pagar a faculdade, busca a quantia necessária em jogos de cartas. Ele é chamado para integrar um grupo de alunos que, todo fim de semana, parte para Las Vegas com identidades falsas e o objetivo de ganhar muito dinheiro. O grupo é liderado por Micky Rosa, um professor de matemática e gênio em estatística, com quem consegue montar um código infalível. Contando cartas e usando um complexo sistema de sinais, eles conseguem quebrar diversos cassinos. Até que, encantado com o novo mundo que se apresenta e também por sua colega Jill Taylor, Ben começa a extrapolar seus próprios limites.
Título Original: 21
Gênero: Ação/Drama
País: EUA
Tempo de Duração: 123 minutos
Lançamento no EUA: 21/03/2008
Lançamento no Brasil: 18/04/2008
Direção: Robert Luketic
Roteiro: Peter Steinfeld e Allan Loeb, baseado em livro de Ben Mezrich
Elenco: Jim Sturgees (Ben Campbell), Kevin Spacey (Micky Rosa), Kate Bosworth (Jill Taylor), Aaron Yoo (Choi), Liza Lapira (Kianna), Jacob Pitts (Jimmy Fisher) e Laurence Fishburne (Cole Williams).
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Apesar de gostar de jogar um poker com amigos, nunca entendi este fato de contar cartas, e por isso jogo tentando entender cada um dos oponentes do que contando cartas. Porém, isso é possível, principalmente no famoso BlackJack. Porém mesmo vendo o filme, não entendi como é feita a tal contagem. Quem sabe rever o filme me ajude.
Falando do filme, é um bom filme, mas nada de especial. Tem algumas reviravoltas, alguns momentos de suspense, ação, mas o que predomina no filme é a comédia.
Um bom filme para se ver, mas nada assim sensacional e inesquecível, já vi alguns filmes sobre cartas que foram melhor, como Cartas na Mesa.
Kevin Spacey como sempre está muito bem, apesar de um papel pequeno. E a belíssima Kate Bosworth faz a parte sedutora e charmosa do grupo e do filme.
Até,
André
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Como sempre digo e repito nos filmes que gosto, falarei para este: Show!
Caraça, mas que filme bacana sobre baralho! E olha que eu acho chato filme que é sobre baralho, futebol americano e coisas do tipo.
Filmes assim ficam presos ao tal “esporte”, mas este filme é diferente, tem ação, tem comédia e tem uma trama muito bacana e com reviravoltas.
Tem a espetacular Kate Bosworth num papel pequeno, mas, como disse o André, é a sedutora do grupo. Ela é demais!
Pode não ser inesquecível, como disse meu caro amigo, porém é um filme que garante diversão para todos, pois, como disse, ele não se prende ao mundo das cartas, joga com outras coisas também. A Michelle, adorou, ou seja, é um filme para todos.
Veja e aproveite.
Abraços,
Alexandre Q.
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