drama
« Artigos AnterioresApenas Uma Vez (Once)
Por VcViu | 18 de Setembro de 2008
Sinopse: Dublin, Irlanda. Um músico de rua (Glen Hansard) sente-se inseguro para apresentar suas próprias canções. Um dia ele encontra uma jovem (Markéta Inglová), que tenta ainda se encontrar na cidade. Logo eles se aproximam e, ao reconhecer o talento um do outro, começam a ajudar-se mutuamente para que seus sonhos se tornem realidade.
Título Original: OnceOnce
Gênero: Drama/Romance
País: Irlanda
Ano de Produção: 2007
Tempo de Duração: 85 minutos
Lançamento na Irlanda: 23/05/2007
Lançamento no Brasil: 18/04/2008
Direção: John Carney
Roteiro: John Carney
Música: Glen Hansard e Markéta Irglová
Elenco: Glen Hansard (Cara), Markéta Irglová (Garota), Hugh Walsh Timmy (Baterista), Gerard Hendrick (Guitarrista), Alaistair Foley (Baixista), Geoff Minogue (Eamon), Bill Hodnett (Pai do Cara), Danuse Ktrestova (Mãe da Garota) e Darren Healy (Viciado em Heroína).
___________________________
Uma obra-prima do cinema irlandês. Um filme simples, mas belíssimo. Um romance normal, sem exageros, mas marcante. Um filme impressionante, belíssimo e encantador.
Simplesmente um dos melhores filmes que assisti nos últimos tempos, pois é simples ao contar o amor de duas pessoas pela música, pela vida, pela esperança de dias melhores, pelo amor perdido e sem perceber que o amor entre eles é o maior de todos.
Um filme que mostra que existem amores eternos, mesmo que sejam por alguns momentos.
A música dos dois músicos/atores que preenche o filme, eliminando muitas vezes o diálogo, demonstra o sentimento deles com o passado, com o presente e entre eles. Canções belíssimas de dois excelentes artistas, a trilha sonora é deliciosa e espetacular.
O roteiro é simples, mas é feito com extrema qualidade, ainda mais que ele foi encaixado entre as músicas, uma vez que, ele foi escrito em cima de 10 canções de Glen Hansard.
No começo até não parece que vai ser um bom filme, pois é filmado como um documentário, como uma câmera escondida no meio da Grafton Street em Dublin, mas isso deu mais realismo e pureza a obra prima que o diretor John Carney, o irlandês Glen Hansard e a tcheca Markéta Irglová estavam começando a construir.
Um filme de primeira linha, feito em poucos dias (17, seria esta a causa do sucesso?), daqueles baratinhos (US$150 mil), mas que ganharam fãs pelo mundo todo.
Once foi vencedor do Prêmio do Público do Sundance Film Festival. Este entra na minha galeria de Cults.
Até,
André
___________________________
Caraca! Vivemos em mundos completamente diferentes. Ok! Vocês que estão lendo aqui devem achar que a gente combina e tal, mas sério, desafio qualquer pessoa a ver este filme e dizer que é uma obra prima. O André deve estar pirado ou sei lá. O filme nada mais é que um grande Video Clip de uma duplinha que lembra o chatíssimo Damien Rice.
O André adora falar de ator, mas que expressão, que sentimentalismo aquela menina passa? Isso mesmo, menina, pois ela não tem nome, é menina ou garota ou cantora. Aliás, ele também não tem nome, nem este filme deveria ter nome ou ser lançado.
Para não dizerem por aí que sou chato, vale o começo pelas cenas no centro de Dublin, muito bacana, porém depois nem isso mais temos.
Este entra na minha galeria de filmes para nunca mais ver.
Abraços,
Alexandre Q.
Compre a excelente Trilha Sonora de Once no Submarino!
p.s.: Agora criamos novas categorias: André Recomenda, Alexandre Recomenda, Recomendamos e Não Recomendamos. Séries não entram nesta categoria, apenas filmes. Porém nem todos os filmes serão classificados nesta categoria, só aqueles que acharmos que merecem ser recomendado (imperdível) ou não (passar longe).
Categorias: Alexandre Não Recomenda, André Recomenda, Musical, Romance, drama, filmes | Ninguém viu? »
Fim dos Tempos (The Happening)
Por VcViu | 18 de Setembro de 2008
Sinopse: Em questão de minutos estranhas mortes ocorrem em várias das principais cidades dos Estados Unidos. Elas coincidem em dois pontos: desafiam a razão e chocam pelo inusitado com que ocorrem. Sem saber o que está ocorrendo, o professor Elliot Moore (Mark Wahlberg) apenas quer encontrar um meio de escapar do misterioso fenômeno. Apesar dele e sua esposa Alma (Zooey Deschanel) estarem em plena crise conjugal, os dois decidem partir para as fazendas da Pensilvania juntamente com Julian (John Leguizamo), um professor amigo de Elliot, e Jess (Ashlyn Sanchez), a filha dele de 8 anos.
Título Original: The Happening
Gênero: Drama
País: EUA
Ano de Produção: 2008
Tempo de Duração: 91 minutos
Lançamento no EUA: 13/06/2008
Lançamento no Brasil: 13/06/2008
Direção: M. Night Shyamalan
Roteiro: M. Night Shyamalan
Elenco: Mark Wahlberg (Elliot Moore), Zooey Deschanel (Alma Moore), John Leguizamo (Julian), Ashlyn Sanchez (Jess) e Betty Buckley (Sra. Jones).
___________________________
A melhor coisa do filme é que ele é curto.
Eu tinha sinceras esperanças que M. Night Shyamalan fosse conseguir se achar depois de alguns fracassos e que ele ainda nos reservaria um Sexto Sentido, mas estava completamente enganado. O filme é decepcionante, é chato, é lento e quando você acha que o cara que era para ser o Mestre do novo milênio vai te surpreender, nada acontece.
Babozeira total, deprimente.
Um dos filmes que foi com muita expectativa e vi simplesmente uma historinha sem graça, sem ação, sem drama, resumindo um filme sem nada, nem a beleza de Zooey Deschanel salva o filme.
Abraços,
Alexandre Q
___________________________
Também fiquei muito decepcionado com o filme, pois ele tinha uma boa trama e vinha sendo divulgado cheio de mistério e como se fosse a redenção do Shyamalan, que já não é muito bem visto pelos Estúdios de Holywood.
Bem, me enganei e muitos se enganaram, o filme não apresenta nada de bem, a boa trama que poderia nascer um bom filme de ação ou um suspense ou uma lição de moral ao mundo, não sai do lugar.
Sinceramente, quando achei que o filme iria nos surpreender, percebi que não, pois ele acabava.
Filme muito fraco, e para nos perguntarmos: seria o fim de Shyamalan?
Até,
André
p.s.: Agora criamos novas categorias: André Recomenda, Alexandre Recomenda, Recomendamos e Não Recomendamos. Séries não entram nesta categoria, apenas filmes. Porém nem todos os filmes serão classificados nesta categoria, só aqueles que acharmos que merecem ser recomendado (imperdível) ou não (passar longe).
Categorias: Não Recomendamos, drama, filmes | Ninguém viu? »
Hannibal - A Origem do Mal (Hannibal Rising)
Por VcViu | 11 de Agosto de 2008
Sinopse: Leste da Europa. Hannibal Lecter assiste de perto a morte violenta de seus pais e de sua irmã. Sem apoio, ele é obrigado a morar em um orfanato soviético, onde sua família morava anteriormente. Logo Lecter parte para Paris na tentativa de encontrar seu tio, mas é recebido pela sra. Murasaki Shikibu, uma viúva bela e misteriosa que lhe dá carinho e amor. Na cidade Lecter decide estudar Medicina, como forma de aumentar suas habilidades para cumprir a promessa que fez quando sua irmã Mischa morreu.
Título Original: Hannibal Rising
Gênero: Drama/Thriller
País: EUA
Tempo de Duração: 117 minutos
Lançamento no USA: 09/02/2007
Lançamento no Brasil: 20/04/2007
Direção: Peter Webber
Roteiro: Thomas Harris, baseado em livro de Thomas Harris
Elenco: Gaspard Ulliel (Hannibal Lecter), Gong Li (Murasaki Shikibu), Jos Houben (Serge), Nancy Bishop (Marielle), Charles Maquignon (Paul Momund), Dominic West (Inspetor Popil), Helena Lia Tachovska (Mischa), Michele Wade (Nanny), Martin Hub (Lothar), Joerg Stadler (Berndt) e Rhys Ifans (Grutas).
___________________________
Eu esperava um pouco mais do filme, não que ele seja ruim ou fraco, mas achava que daria uma maior explicação aos atos que já vimos o Hannibal cometer nos outros filmes.
Claro, explica como ele passou a ser uma pessoa sem sentimentos, uma pessoa sem alma. Aliás, sobre isso é dado uma grande ênfase, pois o inspetor Popil (Dominic West) repete diversas vezes que ali existe um monstro. Mas achei que esta explicação é apenas para os atos deste filme, faltando um algo que explique o que fez ele se tornar o canibal que vimos anteriormente, pois aqui era apenas vingança, mas e depois? O que fez ele se tornar aquilo? Pois o filme dá a entender que ele precisa se vingar dos assassinos da sua irmã, se livrar do juramento que fez, mas daí parece que faltou uma ligação com o resto do que já conhecemos.
E sem dizer que Antony Hopkins é, e sempre será, o verdadeiro Hannibal. Gaspard Ulliel, desconhecido para mim, está excelente no filme e é óbvio, que Antony Hopkins não poderia ter feito ele jovem, porém é complicado você conseguir separar as coisas. Talvez pudessem ter usado ele no filme, principalmente para tentar fazer esta ligação que eu acho que faltou, daí talvez a ficha caísse e gente conseguisse realmente ver o Hannibal.
Uma boa idéia seria o filme ter sido narrado por ele e no final aparece ele contando isso num futuro, e concluísse explicando o porquê do canibalismo enquanto ele saboreava uma bochecha.
Até,
André
___________________________
Um baita de um filme. Tenso. Envolvente. Show.
Claro, concordo com o André, Hannibal = Antony Hopkins, mas o tal Gaspard Ulliel não fica longe. O cara tem um jeitão de louco o filme todo. Sem sorrir, sem piscar, quieto, observador e assassino.
Diferente do André, achei que o filme mostra de uma forma breve o começo de tudo, mesmo usando a vingança como um motivo para o canibalismo, mostra que o cara já pegou o gosto pela coisa e se tornou macabro logo ali, na adolescência.
Um belo filme de ação, suspense e que te deixa torcendo pelo vilão, apesar de que eu acabo sempre torcendo pelo Hannibal.
Abraços,
Alexandre Q.
Categorias: Thriller, drama, filmes | Ninguém viu? »
O Vigia (The Lookout)
Por VcViu | 11 de Agosto de 2008
Sinopse: Chris Patt tinha a vida perfeita antes de se envolver em um acidente de carro que lhe causou graves danos cerebrais. O ex-atleta é obrigado a largar sua carreira promissora de jogador de hóquei para exercer a função de zelador em um banco de sua cidade. Um grupo de assaltantes se aproveita da deficiência mental do funcionário e faz com que, em sua inocência, seja cúmplice do crime.
Título Original: The Lookout
Gênero: Drama/Crime
País: EUA
Tempo de Duração: 145 minutos
Lançamento no USA: 30/03/2007
Lançamento no Brasil: 27/07/2007
Direção: Scott Frank
Roteiro: Scott Frank
Elenco: Joseph Gordon-Levitt (Chris Pratt), Jeff Daniels (Lewis), Matthew Goode (Gary Spargo), Isla Fisher (Luvlee), Carla Gugino (Janet), Bruce McGill (Robert Pratt), Alberta Watson (Barbara Pratt) e Alex Borstein (Mrs. Lange).
___________________________
Eu odeio filmes lentos, mas este, apesar de lento no começo, possui uma boa trama de roubo de banco que segura o filme.
E foi por isso que gostei, pois o diretor não caiu na história sentimental de que deficientes podem tudo, basta quererem, já que no fundo é isso que ele queria mostrar.
Com um roteiro como este, era fácil cair naquele filme sentimentalista, chato e choroso, que muitos aplaudiriam pela coragem e ganharia Oscar e tal, mas seria um filme chato e cansativo, mas para minha surpresa o filme acaba sendo um Drama/Ação, se é que é possível unir os dois temas, de boa qualidade.
Foi uma ótima surpresa, pois não esperava muito, principalmente por causa do começo.
Abraços,
Alexandre Q.
___________________________
O Alexandre praticamente já disse tudo. O filme poderia cair em um sentimentalismo barato e fácil sobre os problemas que os deficientes encontram. Sejam eles causados por eles mesmo, na falta de confiança, na culpa por ter cometido um erro e causado aquilo, ou por causa da proteção exagerada de todos.
Chris Pratt (Joseph Gordon-Levitt) era um cara confiante e maduro, porém perdeu tudo por causa de um acidente e passou a viver uma vida sem graça, sem coragem, se apoiando na família e no amigo Lewis (Jeff Daniels em excelente atuação) e com remorso do passado. Uma pessoa que parou de viver, vivendo a mesma rotina chata e previsível.
Mesmo sendo usado pelo bando de assaltantes, Chris retomou aquela confiança e mostrou que poderia, se quisesse, ter um pouco daquilo que um dia ele já foi.
O filme agrada em sua maior parte, já que usa o assalto como um pano de fundo para contar a história de força e coragem de Chris, superando seus medos e sua falta de confiança na vida e nele.
Um filme de ação, com pitadas de drama e com muita moral no final.
Até,
André
Categorias: Ação, Crime, drama, filmes | Ninguém viu? »
A Espiã (Zwartboek )
Por VcViu | 7 de Agosto de 2008
Sinopse: 2ª Guerra Mundial. Rachel Stein é uma linda cantora judia, que está escondida. Quando o local em que está é destruído por um bombardeio ela e um grupo de judeus decidem atravessar Biesbosch para chegar ao sul da Holanda, que já está livre da ocupação nazista. Entretanto o barco deles é interceptado por uma patrulha alemã, que mata todos a bordo com exceção de Rachel. A partir de então ela se une à resistência, adotando o nome de Ellis de Vries. Notando o interesse de um oficial alemão, ela se aproxima dele e consegue um trabalho. Enquanto isso a resistência elabora um plano para libertar um grupo de prisioneiros, onde a participação de Ellis será fundamental.
Título Original: Zwartboek
Gênero: Drama/Guerra
País: Holanda/Alemanha/Bélgica
Tempo de Duração: 145 minutos
Lançamento na Holanda: 12/09/2006
Lançamento na Alemanha: 10/05/2007
Direção: Paul Verhoeven
Roteiro: Gerard Soeteman e Paul Verhoeven
Elenco: Carice van Houten (Rachel Stein / Ellis de Vries), Sebastian Koch (Ludwig Müntze), Thom Hoffman (Hans Akkermans), Halina Reijn (Ronnie), Waldemar Kobus (Günther Franken), Derek de Lint (Gerben Kuipers), Christian Berkel (General Käutner), Peter Blok (Van Gein) e Michiel Huisman (Rob).
___________________________
Adoro filmes sobre a Segunda Guerra, apesar do holocausto estar muito manjado, tento ver o máximo que posso sobre o tema, porém neste filme parece que falta alguma coisa, a guerra.
OK! É um filme baseado em histórias verdadeiras, porém parece um filme de guerrilha e nada mais, passei boa parte do filme esperando Guerra, cenas vibrantes e algo fantástico, porém o filme se resume a espionagem e traição durante a guerra.
Esperava bem mais, mas vale a curiosidade de um filme holandês sobre a ocupação daquele país.
Abraços,
Alexandre Q.
___________________________
O diretor Paul Verhoeven, depois de alguns erros, consegue fazer um filme diferente e intimista sobre a resistência holandesa. E eu gostei muito do filme, principalmente da atuação verdadeira e forte da atriz Carice van Houten, a espiã do título.
O filme, como disse o Alexandre, não fica preso na guerra,com cenas marcantes de duelos e combates, mas sim no ambiente interno dos Nazistas e das resistências, e que mostra claramente como algumas pessoas ficavam ricas vendendo informações e roubando. Um filme que mostra de tudo: as traições dentro dos nazistas e das resistências, a hipocrisia do povo pós-guerra e a luta pela sobrevivência de todos. Em um momento do filme, perguntam para Rachel Stein (Carice van Houten) se ela é capaz de tudo para sobreviver… Mostrando claramente que mesmo com os ideais corrompidos as pessoas queriam sobreviver e lutar pela liberdade.
Um bom filme, mais uma ótima visão da Guerra que enche as telas do cinema e os livros, mas que sempre tem um algo a mais para contar.
Até,
André
Categorias: Guerra, drama, filmes | Ninguém viu? »
A Vida Secreta das Palavras (La Vida Secreta de las Palabras)
Por VcViu | 7 de Agosto de 2008
Sinopse: Hanna é introvertida, solitária, misteriosa e trabalha numa indústria têxtil. Ela vai passar as férias num pequeno povoado costeiro, porém aceita trabalhar em uma plataforma petrolífera, para cuidar de Josef, que sofreu uma série de queimaduras que o deixaram cego temporariamente. Com ele trabalham vários outros homens, cada um com uma personalidade marcante.
Título Original: La Vida Secreta de las Palabras
Gênero: Drama
País: Espanha
Tempo de Duração: 115 minutos
Lançamento na Espanha: 21/10/2005
Lançamento no Brasil: 15/06/2007
Direção: Isabel Coixet
Roteiro: Isabel Coixet
Elenco: Sarah Polley (Hanna), Tim Robbins (Josef), Javier Cámara (Simon), Eddie Marsan (Victor), Steven Mackintosh (Dr. Sullitzer) e Julie Christie (Inge)
___________________________
Filme tedioso, monótono, cheio de diálogos sem muita profundidade, aliás, demora um monte para você finalmente entender as coisas do filme, daí, mas só daí em diante é que você até pode gostar do filme, claro, se você não dormiu antes.
Sem dizer que o final fica previsível, e tem uma voz irritante que fala da atriz principal que você nunca descobre quem é ou o que é.
Sinceramente, mesmo com uma melhora no fim, o filme é o tédio completo e com uma pitada de cansativo.
Abraços,
Alexandre Q.
___________________________
Um excelente filme sobre o ser humano. Um filme sensível e tocante, que mostra como a amizade, a sinceridade, a cumplicidade e confiança podem ser construídas através das palavras, e que podem nos ajudar a superar nossos maiores pesadelos e medos.
O filme mostra duas pessoas, sozinhas, abandonadas e com pesadelos, arrependimentos ou medos em suas cabeças, e mesmo sem nos mostrar qualquer pista sobre estes pesadelos, principalmente no caso da Hanna (Polley), a diretora consegue montar um filme coeso, forte e sem cair no sentimentalismo barato.
As grandes atuações da Sarah Polley e do Tim Robbins, principalmente na cena quase final do filme, seguram o filme com força.
Lento, é verdade, e um pouco arrastado em alguns momentos, mas um excelente filme sobre alma e sobre a vida.
Até,
André
Categorias: drama, filmes | Ninguém viu? »
