Suspense
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Por VcViu | 7 de Maio de 2008
Sinopse: Laura (Belén Rueda) retorna à casa onde fora criada e decide transformá-la em um orfanato. Problemas começam quando o filho de Laura começa a fazer amigos imaginários. A nova vizinhança desperta a imaginação de seu filho, que começa a se deixar levar por jogos de fantasias cada vez mais intensos. Estes jogos vão inquietando Laura até um ponto que chega a pensar que existe algo na casa que está ameaçando sua família. A escalada de estranhos acontecimentos farão com que ela busque a ajuda de parapsicólogos.
Título Original: El Orfanato
Gênero: Terror/Suspense
País: México/Espanha
Tempo de Duração: 100 minutos
Lançamento no EUA: 28/12/2007
Lançamento no Brasil: 07/03/2008
Direção: Juan Antonio Bayona
Roteiro: Sergio G. Sánchez
Elenco: Belén Rueda (Laura), Fernando Cayo (Carlos), Roger Príncep (Simón), Mabel Rivera (Pilar), Montserrat Carulla (Benigna), Andrés Gertrúdix (Enrique), Edgar Vivar (Balaban), Óscar Casas (Tomás), Mireia Renau (Laura Criança) e Georgina Avellaneda (Rita).
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Não sou um grande fã de filmes de terror, daqueles de mortes estúpidas, tipo Sexta-Feira, Hora de Pesadelo, mas este parecia ser mais um daqueles “terror cabeça”, com suspense, fantasma e muito mistério. Porém, terminei de assistir um filme com uma sensação de já vi este filme, bem, o filme que me veio na cabeça foi Os Outros.
Acho que muitas pessoas devem ter tido a mesma impressão ao final do filme, gente vivendo numa casa, onde fantasmas ainda vivem, como se nada tivesse mudado, só que aqui, a gente vê o lado das pessoas, em Os Outros, vemos o lado dos fantasmas.
Tem alguns sustos, algum mistério, por causa do sumiço do menino, mas passa longe de ser um grande filme de terror.
Interessante é ver o Seu Barriga, Edgar Vivar, sem o Chaves e Cia. E a bela e talentosa Belén Rueda num papel que faz com que o filme tenha alguns bons momentos.
Até,
André
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Fui ver este filme sozinho, com amigos, pois a Michelle odeia filmes de Terror, e este estava muito bem recomendado, falado e eu fui achando que seria mais um daqueles terrores, tensos, sem aquele sangue escorrendo para lá e para cá, mas daqueles que quem não gosta, não conseguiria fechar os olhos para dormir de tão tenso que seria. Grande, mas gigantesco engano. Foi lamentável, ver um filme que não dá susto, tem um suspense meio brega e termine com a gente pensando: Ah! Era isso!
Só para quem realmente gosta de ver qualquer filme de terror, apesar que o terror neste filme é ter que assistir um dia de novo.
Abraços,
Alexandre Q.
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Nem Tudo É o Que Parece (Layer Cake)
Por VcViu | 7 de Maio de 2008
Sinopse: Daniel Craig se parece com qualquer outro homem de negócios: é esguio, bem vestido e educado. Ele fez fortuna lidando com cocaína e ecstasy como se fosse qualquer outro bem de consumo, e jamais precisou sujar as mãos ou perder seu anonimato. Agora ele já pensa em se aposentar, enquanto está jovem e pode usufruir seus ganhos ilegais. Ele acredita que dentro de alguns dias já estará fora dos negócios. Bem, este é o plano. Porém, como todos os planos bem arquitetados, esse também sai ligeiramente errado…
Título Original: Layer Cake
Gênero: Suspense/Ação
País: Inglaterra
Tempo de Duração: 105 minutos
Lançamento no Inglaterra: 01/10/2004
Lançamento no Brasil: 17/06/2005
Direção: Matthew Vaughn
Roteiro: J.J. Connolly, baseado em livro de J.J. Connolly.
Elenco: Daniel Craig (XXXX), Tom Hardy (Clarkie), Jamie Foreman (The Duke), Michael Gambon (Eddie Temple), Sally Hawkins (Slasher), Burn Gorman (Gazza), George Harris (Morty), Keneth Cranham (Jimmy Price), Tamer Hassan (Terry) e Colm Meaney (Gene).
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Bem, filme inglês, de ação e com o produtor de Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch, parecia uma excelente pedida. E com o novo 007, antes de ser James Bond, me deixou muito animado. E a sinopse?!? Drogas, trapaceiros, amigos/inimigos, tudo que eu queria num filme de ação e suspense, com humor negro típico dos ingleses… Mas parece que como diretor o Matthew Vaughn é um grande produtor.
Não que a história seja chata ou o filme chato, criei expectativas demais, daí o filme que parece que vai empolgar, não empolga, mas é um bom filme sim, só não se pode criar uma grande expectativa, achar que será tão bom como os Jogos,… e Snatch. Tem seus pontos positivos, e eu gostei, apenas, repito, ficou a baixo do que eu imaginava
Abraços,
Alexandre Q.
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Assim como o Alexandre, eu achei Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes um filmaço, Snatch, foi bom, mas não superou o primeiro da série. E obviamente, fiquei com vontade de ver este filme, que envolvia todo aquele ambiente de trapaças, drogas, gente louca, negócios sujos e mistério. E achei bacana logo o começo do filme, com o Daniel Craig, que é um excelente ator, narrando sua tentativa de se aposentar, num negócio que nem sempre é fácil se aposentar. Primeiro, ele não tem nome, se refere a ele mesmo como homem de negócios, e vai apresentando como é feito o seu negócio, os amigos, o chefão e te deixa familiarizado com tudo, aí, até vemos um pouco de influência de Guy Ritchie, amigo Matthew Vaughn e diretor de Jogos,… e Snatch.
Porém, concordo com o Alexandre, quando o filme parece que vai, ele mantém seu ritmo um pouco lento e pode se tornar até cansativo, mas mesmo assim a trama e o sempre genial humor britânico conseguem manter o filme, um bom filme.
Até,
André C.
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Instinto Secreto (Mr. Brooks)
Por VcViu | 18 de Dezembro de 2007
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Sinopse: Mr. Brooks (Kevin Costner) é aparentemente um homem normal, mas esconde em seu interior uma perigosa face conhecida como Marshall (William Hurt). Atormentado, ele terá de ter autocontrole em uma árdua batalha contra seu alter ego e a detetive Attwood (Demi Moore), que passa a investigá-lo como principal suspeito de uma série de crimes.
Título Original: Mr. Brooks
Gênero: Drama/Suspense
País: EUA
Tempo de Duração: 120 minutos
Lançamento no EUA: 2007
Lançamento no Brasil: 14/09/2007
Direção: Bruce A. Evans
Roteiro: Raynold Gideon e Bruce A. Evans
Elenco: Kevin Costner (Earl Brooks), Demi Moore (Detetive Tracy Atwood), Dane Cook (Sr. Smith), William Hurt (Marshall), Marg Helgenberger (Emma Brooks), Ruben Santiago-Hudson (Hawkins), Danielle Panabaker (Jane Brooks) e Aisha Hinds (Nancy Hart).
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É um filme muito bom, não chega a ser aquele filme que você pára e diz: É Show!
Mas o filme prende a atenção boa parte das duas horas, tem algumas coisas previsíveis, mas é bom ver o velho Costner num filme um pouco melhor do que ele vinha fazendo. Achei que a Demi Moore ficou um pouco deslocada no filme, mas sem ela a trama não seria completa.
Falando em trama, muitos matam antes, mas mesmo assim não estraga a qualidade final do filme.
Abraços,
Alexandre Q.
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Um bom filme um pouco previsível demais, mas como disse o Alexandre, mesmo matando o filme ou algumas situações antes de acontecerem o filme mantém um bom nível. Se fosse para dar notas em estrelas seria um filme que ficaria entre 2 e 3 estrelas, acho que 3 seria o ideal.
Para mim o grande trunfo do filme é o excelente desempenho do William Hurt como o subconsciente do Kevin Costner. O filme se sustenta em muito no papo entre os dois, frente a frente, como se fossem bons e velhos amigos. Para alguns pode cansar, mas o ar sarcástico do Hurt é um dos melhores momentos do filme.
Até,
André C.
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Perfume - A História de um Assassino (Perfume: The Story of a Murderer)
Por VcViu | 2 de Dezembro de 2007
Sinopse: Jean-Baptiste Grenouille abandonado pela mãe e criado/explorado em orfanato cresce e logo descobre que possui um dom incomum: ele é capaz de diferenciar os mais diversos odores à sua volta. Intrigado, Jean-Baptiste logo demonstra vontade de conhecer todos os odores existentes, conseguindo diferenciá-los mesmo que estejam longe do local em que está. Já adulto, ele torna-se aprendiz na perfumaria de Giuseppe Baldini.Jean-Baptiste cada vez mais se interessa em manter o odor de forma permanente, o que faz com que busque meios que possibilitem que seu sonho se torne realidade. Só que, em suas experiências, ele passa a tentar capturar o odor dos próprios seres humanos.
Título Original: Perfume: The Story of a Murderer/Das Parfum
Gênero: Suspense
País: Alemanha/Espanha/França
Tempo de Duração: 147 minutos
Lançamento na Alemanha: 2006
Direção: Tom Tykwer
Roteiro: Andrew Birkin, Tom Tykwer e Bernd Eichinger, baseado em livro de Patrick Süskind
Elenco: Ben Whishaw (Jean-Baptiste Grenouille), Michael Smiley (Porter), Perry Millward (Marcel), Sam Douglas (Grimal), Jaume Montané (Pélissier), Dustin Hoffman (Giuseppe Baldini), Rachel Hurd-Wood (Laura Richis), Ramón Pujol (Lucien), Alan Rickman (Antoine Richis), Paul Berrondo (Dominique Druot), Joanna Griffiths (Marianne) e John Hurt (Narrador - voz).
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Chato, chatíssimo. Para não dizer que é sem pé e nem cabeça. Mais de 2 horas sofridas vendo um filme completamente louco que irritou a mim e irrita qualquer pessoa normal. Com toda a sinceridade, um dos filmes mais chatos que eu já vi, porque não acontece nada, fica um cara louco por cheiros, que consegue cheirar no meio da floresta um cheiro de uma mulher que passou lá horas antes, e sem dizer que ele a pé anda metade da França. Passe longe deste filme, não perca seu tempo, não sei como o Dustin Hoffman pode ter entrado nesta fria.
Abraços,
Alexandre Q.
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Também não gostei do filme, principalmente porque o final foi algo meio fantasioso demais, mas não é assim de todo ruim, a idéia é boa, pois dizem que o livro é muito bom, porém parece que faltou algo para adaptar o livro sem “viajar” demais. Dizem que o mestre Stanley Kubrick disse que este livro era infilmável, bem, talvez devessem ter escutado o mestre.
Mas acho que vale ver sim, não é como o Alexandre disse, o filme tem uma história boa, talvez pudesse ser um pouco mais curto e talvez mostrar porque o Jean-Baptiste de uma hora para outra ficou obcecado pelo cheiro de mulheres puras, isso fica meio sem explicação, mas se o filme já é longo sem isso, imagina com isso.
Gosto muito do Alan Rickman, e aqui outra vez ele está muito bem.
Até,
André C.
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A Sangue Frio (The Ice Harvest)
Por VcViu | 19 de Novembro de 2007
Sinopse: Depois de uma tempestade de gelo, a cidade de Wichita (Kansas, EUA) fica presa em plena noite de natal. Charlie Arglist (John Cusack) parece ter algo para comemorar neste ano, já que ele e seu sócio, o malandro Vic Cavanaugh (Billy Bob Thornton) acabaram de embolsar US$ 2 milhões do chefão Bill Guerrard (Randy Quaid). Mas o maior prêmio para Charlie é Renata (Connie Nielsen), que gerencia uma boate de strip-tease. Os planos de Charlie incluem sair da cidade com a beldade, mas a tempestade de neve impede a passagem de qualquer pessoa.
Título Original: The Ice Harvest
Gênero: Drama
País: EUA
Tempo de Duração: 88 minutos
Lançamento no EUA: 2005
Direção: Harold Ramis
Roteiro: Richard Russo e Robert Benton, baseado em livro de Scott Phillips
Elenco: John Cusack (Charlie Arglist), Billy Bob Thornton (Vic), Connie Nielsen (Renata), Randy Quaid (Bill Guerrard), Oliver Platt (Pete Van Heuten), Ned Bellamy (Sidney), Meghan Maureen McDonough (Francie).
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Sabe aquele filme que você sabe que vai ser chato com 15 minutos, que fica aquela coisa de um monte de diálogo, uma história de um querendo ser mais sacana que o outro. Esta aqui seu filme, sei que o André adora o John Cusack, como você lerá, mas que filme chato, chega um momento que você acha que vai ter a reviravolta, algo vai mudar, mas não. E a atriz principal, parecia uma prostituta decadente e com aquela voz de tele-sexo, e lembrar que ela estava tão linda em o Gladiador.
Abraços,
Alexandre Q.
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O elenco do filme é nota 10, é só pegar o elenco que você já é convencido de assistir, e John Cusack é um daqueles atores que eu realmente gosto, mas não é por isso que vou sempre achar os filmes dele bom, e esse aqui não é um filme bom, mas é um filme que dá para ver tranquilamente. Principalmente se você gosta do climão Noir, porque aqui além do humor negro, p filme é recheado de um clima noir, até a Connie Nielsen está encarnando aquelas mulheres fatais dos filmes Noir, carinha de anjo, vozinha calma, mas nada confiável.
Ok! O filme, talvez peque por não ter aquela grande reviravolta, que, admito, também fiquei esperando, mas mesmo não sendo um filme nota 10, vale para constar mais uma vez porque John Cuscak é um grande ator e que Oliver Platt é um dos grandes coadjuvantes de hoje, até o canastrão do Billy Bob está bem.
Um filme que não é um primor, mas merece que seja visto.
Até,
André C.
Quer saber mais do John Cusack, tem este link bacana que a Natália Becattini escreveu no Pílula Pop. http://www.pilulapop.com.br/dna.php
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O Labirinto do Fauno (El Laberinto del Fauno)
Por VcViu | 6 de Novembro de 2007
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Sinopse: Espanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta.
Título Original: El Laberinto del Fauno
Gênero: Suspense/Fantasia
País: México
Tempo de Duração: 112 minutos
Lançamento no EUA: 10/2006
Lançamento Brasil: 09/2006
Direção: Guillermo del Toro
Roteiro: Guillermo del Toro
Elenco: Ivana Baquero (Ofelia), Doug Jones (Fauno / Homem pálido), Sergi López (Capitão Vidal), Ariadna Gil (Carmen), Maribel Verdú (Mercedes), Álex Angulo (Médico), Roger Casamajor (Pedro), César Vea (Serrano), Federico Luppi (Casares) e Manolo Solo (Garcés).
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O filme me lembrou muito o Ano Que Meus Pais Saíram de Férias, sei que deveria ser ao contrário já que a produção brasileira é mais nova que a mexicana, mas acabei vendo o filme brasileiro antes. O filme mistura muito bem a magia, a fantasia com a realidade e mostra como a mente de uma criança é capaz de criar um mundo paralelo para não sofrer na vida real. Aqui não é o futebol, não é a Copa do Mundo que faz a criança viver fora da realidade, mas sim um mundo de conto de fadas.
O filme pode ser um pouco longo, ficar cansativo e ter algumas cenas de violência exageradas, mas não tira a pureza e a magia do conto de fadas criado por Ofélia, fazendo que todos que assistem cheguem a acreditar que aquilo tudo é a mais pura verdade.
Vale lembrar que a maquiagem está perfeita, por isso o Oscar para este filme.
Até,
André C.
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No primeiro filme, no nosso novo endereço, eu vou ter que ir totalmente contra o André. Achei um filme infantil demais, porém a violência poderia assustar crianças mais novas, ou seja, um filme que não soube se queria ser para adulto ou para crianças.
Chegou uma hora que eu queria parar de assistir, pois se tornou repetitivo, cansativo e a aquele conto de fadas da menina perder totalmente o sentido, quando parecia que o Fauno não era confiável, pensei até que o Fauno representava o Capitão no mundo da menina, ele deu a volta e voltou a ser confiável.
Esperava bem mais e vi apenas um filme fraco.
E já que o André comentou sobre o Ano Que Meus Pais Saíram de Férias, vou ver para discutirmos aqui.
Abraços,
Alexandre Q.
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